• Luzes para uma face no escuro

Mesmo com 67,4% da população negra, Alagoas é historicamente racista. Diante da pedagogia exemplar da marginalização e do extermínio, por que expressar publicamente a identidade negra? Não sabemos, mas, nas palavras de Lilia Schwarcz, “a autora mostra como, de maneira inesperada, foi justamente a partir de ‘feridas históricas’ que se desenvolveu, nessas últimas quatro décadas, um movimento vigoroso”. Descrito no livro como rede afro-alagoana, esse movimento principalmente mas não só da cultura, forjou e defendeu outra pedagogia, a do estímulo e valorização da negritude em terras Caetés.

Autora: Ábia Marpin

Luzes para uma face no escuro

  • Modelo: Bicentenário/ Fapeal
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  • R$30,00


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